Mato Grosso tem a 2ª menor taxa de desemprego do Brasil no 1º trimestre de 2026 - Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso

Mato Grosso tem a 2ª menor taxa de desemprego do Brasil no 1º trimestre de 2026

15/05/2026 - 15h17
Taxa de desocupação
Levantamento do Observatório de Mato Grosso destaca
força do mercado de trabalho estadual

Mato Grosso registrou a segunda menor taxa de desocupação do Brasil no primeiro trimestre de 2026, com índice de 3,1%, atrás apenas de Santa Catarina (2,7%). Os dados constam em nota técnica do Observatório de Mato Grosso, do Sistema Fiemt, elaborada com base na PNAD Contínua, do IBGE.

O estado contabilizou aproximadamente 2 milhões de pessoas ocupadas, frente a 63 mil desocupadas no período. Apesar do bom desempenho no ranking nacional, o número de desempregados aumentou 26% em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período de 2025, porém, houve redução de 13,7%.

O levantamento também mostra que Mato Grosso registrou o segundo menor percentual de pessoas fora da força de trabalho do país, com 32,2%, novamente atrás apenas de Santa Catarina (31,7%).

Emprego
Mato Grosso alcançou cerca de 2 milhões de pessoas
ocupadas no 1º trimestre de 2026

Entre as regiões do estado, o Norte apresentou a menor taxa de desocupação, com 2%, seguido pelo Leste (2,6%) e Sudoeste (3,4%). Já os maiores índices foram registrados no Colar Metropolitano, região formada pelos municípios do entorno da capital, com 6,7%, e em Cuiabá, com 4,6%.

Outro destaque da pesquisa é a informalidade. Mato Grosso manteve uma das menores taxas do país, com 34,2%, ocupando a sétima posição nacional entre os estados com menor percentual de trabalhadores informais. Ainda assim, o contingente representa cerca de 683 mil pessoas.

Para o presidente do Sistema Fiemt, Silvio Rangel, os indicadores reforçam o protagonismo econômico de Mato Grosso e demonstram a capacidade do estado de manter a economia aquecida, mesmo diante dos desafios do mercado de trabalho brasileiro.

“Mato Grosso demonstra força econômica e capacidade de gerar oportunidades. Estar entre os estados com menor taxa de desemprego é resultado de um ambiente produtivo forte, e a indústria tem papel fundamental nesse processo, contribuindo diretamente para a geração de empregos, renda e desenvolvimento regional”, afirmou Rangel.

Texto: Felipe Leonel

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