Sindusmad reúne empresários em Sinop para discutir exportações do setor florestal
oportunidades de agregar valor à madeira mato-grossense
O Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte do Estado de Mato Grosso (Sindusmad) realizou, na última quarta-feira (26), em sua sede, em Sinop, o evento “Descomplicando a Exportação no Setor de Base Florestal”.
A iniciativa, promovida em parceria com a Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), o Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem) e o Ibama, reuniu empresários, profissionais do setor e autoridades.
A programação abordou os procedimentos burocráticos, os documentos necessários e as diferentes formas de acesso ao mercado internacional. Gabriel Ávila, chefe da Divisão Técnico-Ambiental do Ibama em Mato Grosso (Ditec-MT), apresentou o fluxo de análise das licenças de exportação e orientou os participantes sobre a comprovação da origem e da rastreabilidade da madeira.
As analistas de Negócios Internacionais da Fiemt Giulia Correia e Alynne Armani apresentaram dados do setor e alternativas para iniciar as operações, como a exportação indireta por meio de empresas especializadas e distribuidores. Empresários exportadores também compartilharam experiências e boas práticas adotadas para conquistar o mercado externo.
apresentou sua experiência no mercado internacional
O presidente do Sindusmad, Felipe Antoniolli, destacou que a iniciativa busca oferecer suporte aos associados e abrir novas oportunidades para o setor.
“Já trabalhamos com manejo florestal sustentável, legalidade e rastreabilidade. Nada melhor do que exportar nosso produto e alcançar maior valor agregado. Ao final do evento, muitos associados nos procuraram interessados em começar o processo de preparação para futuras negociações com o mercado exterior”, afirmou.
Para o presidente em exercício do Cipem, Gleisson Tagliari, existe um cenário favorável para a madeira mato-grossense. “O mundo busca sustentabilidade e produtos renováveis. O mercado internacional apresenta uma demanda crescente pelos nossos produtos”, ressaltou.
Segundo ele, a preparação para exportar também contribui para aprimorar os processos gerenciais e produtivos das empresas, elevando a qualidade e a competitividade no mercado interno.
Texto: Felipe Leonel